sexta-feira, 29 de julho de 2011

Renascimento cultural

Contexto Histórico

As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
Os  governantes europeus e o clero passaram a dar proteção e ajuda financeira aos artistas e intelectuais da época. Essa ajuda, conhecida como mecenato, tinha por objetivo fazer com que esses mecenas(governantes e burgueses) se tornassem mais populares entre as populações das regiões onde atuavam. Neste período, era muito comum as famílias nobres encomendarem  pinturas (retratos) e esculturas junto aos artistas.

Foi na Península Itálica que o comércio mais se desenvolveu neste período, dando origem a uma grande quantidade de locais de produção artística. Cidades como, por exemplo, Veneza, Florença e Gênovativeram um expressivo movimento artístico e intelectual. Por este motivo, a Itália passou a ser conhecida como o berço do Renascimento.
Características Principais: 
- Valorização da cultura greco-romana. Para os artistas da época renascentista, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais;

- As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico;
- Enquanto na Idade Média a vida do homem devia estar centrada em Deus ( teocentrismo ), nos séculos XV e XVI o homem passa a ser o principal personagem (antropocentrismo);

- A razão e a natureza passam a ser valorizadas com grande intensidade. O homem renascentista, principalmente os cientistas, passam a utilizar métodos experimentais e de observação da natureza e universo.
Durante os séculos XIV e XV, as cidades italianas como, por exemplo, Gênova, Veneza e Florença, passaram a acumular grandes riquezas provenientes do comércio. Estes ricos comerciantes, conhecidos como mecenas,  começaram a investir nas artes, aumentando assim o desenvolvimento artístico e cultural. Por isso, a Itália é conhecida como o berço do Renascentismo.  Porém, este movimento cultural não se limitou à Península Itálica. Espalhou-se para outros países europeus como, por exemplo, Inglaterra, Espanha, Portugal, França, Polônia e Países Baixos.  

Monalisa de Leonardo da Vinci: Mona Lisa de Leonardo da Vinci: uma das obras de arte mais conhecidas do Renascimento
Principais representantes do Renascimento Italiano e suas principais obras:
- Giotto di Bondone (1266-1337) - pintor e arquiteto italiano. Um dos precursores do Renascimento. Obras principais: O Beijo de Judas, A Lamentação e Julgamento Final.

- Michelangelo Buonarroti (1475-1564)- destacou-se em arquitetura, pintura e escultura.Obras principais: Davi, Pietá, Moisés, pinturas da Capela Sistina (Juízo Final é a mais conhecida).

- Rafael Sanzio (1483-1520) - pintou várias madonas (representações da Virgem Maria com o menino Jesus).

- Leonardo da Vinci (1452-1519)- pintor, escultor, cientista, engenheiro, físico, escritor, etc. Obras principais: Mona Lisa, Última Ceia.

- Sandro Botticelli - (1445-1510)- pintor italiano, abordou temas mitológicos e religiosos. Obras principais: O nascimento de Vênus e Primavera.
- Tintoretto - (1518-1594) - importante pintor veneziano da fase final do Renascimento. Obras principais: Paraíso e Última Ceia.
- Veronese - (1528-1588) - nascido em Verona, foi um importante pintor maneirista do Renascimento Italiano. Obras principais: A batalha de Lepanto e São Jerônimo no Deserto.
Renascimento Científico 
Na área científica podemos mencionar a importância dos estudos de astronomia do polonês Nicolau Copérnico. Este defendeu a revolucionária idéia do heliocentrismo (teoria que defendia que o Sol estava no centro do sistema solar). Copérnico também estudou os movimentos das estrelas.
Galileu Galilei Galileu Galilei: um dos principais representantes do Renascimento Científico
Nesta mesma área, o italiano Galileu Galilei desenvolveu instrumentos ópticos, além de construir telescópios para aprimorar o estudo celeste. Este cientista também defendeu a idéia de que a Terra girava em torno do Sol. Este motivo fez com que Galilei fosse perseguido, preso e condenado pela Inquisição da Igreja Católica, que considerava esta idéia como sendo uma heresia. Galileu teve que desmentir suas idéias para fugir da fogueira.
A invenção da prensa móvel, feita pelo inventor alemão Gutenberg em 1439, revolucionou o sistema de produção de livros no século XV. Com este sistema, que substituiu o método manuscrito, os livros passaram a ser feitos de forma mais rápida e barata. A invenção foi de extrema importância para o aumento da circulação de conhecimentos e ideias no Renascimento.


HUMANISMO 


Quando falamos sobre a Idade Média, logo pensamos em uma época em que o pensamento religioso predominava nas mais diversas esferas da existência. Qualquer fenômeno, acontecimento ou experiência estariam atrelados a uma explicação originada nos desígnios divinos. Dessa forma, a Igreja tinha um forte papel social ao influenciar fortemente na forma em que os homens dessa época deveriam compreender a realidade que o cerca.

Ao levantar essas características, muitos estudiosos concluíram que a Idade Média fora o tempo em que o pensamento teocêntrico teve maior força. Avançando pelo tempo, tal forma de compreender o mundo se transformaria com o desenvolvimento do Renascimento. Datado entre os séculos XIV e XVI, esse movimento é amplamente reconhecido pelo oferecimento de novas formas de se pensar as expressões artísticas, as ciências e a política.

Entre tantas características, o movimento renascentista foi conhecido pela disseminação do humanismo. De forma geral, o humanismo manifesta o interesse que os intelectuais e artistas dessa época tiveram em tratar e explorar os assuntos que estivessem intimamente ligados à figura do homem. Com isso, seria firmado um contraponto em que poderíamos sugerir que os renascentistas firmavam uma clara ruptura para com os valores do pensamento medieval.

No campo das artes plásticas e da medicina, o humanismo esteve representado por obras e estudos que realizavam um exame detalhado da anatomia e do funcionamento do nosso corpo. Na literatura, as paixões e dilemas foram elementos centrais que apontavam para os sentimentos que interpretavam a natureza do homem. Até mesmo na política, vemos que a relação dos príncipes para com seus súditos tematizaram as formas do homem agir perante a sociedade. 

Apesar destas evidências, não podemos dizer que a preocupação com o homem inexistia no período medieval. De fato, muitas das manifestações humanistas do Renascimento estiveram influenciadas não só pela Antiguidade Clássica, mas também por textos e ideias já notadas no decorrer da Baixa Idade Média. O contato com a cultura muçulmana, o crescimento das cidades e o nascimento das universidades marcaram o aparecimento de questões humanísticas entre vários pensadores medievais. 

Podemos ver o Renascimento como a continuidade de um diálogo que se inicia na Idade Média. De fato, seria muito estranho pensar em uma época do passado em que as preocupações humanas fossem completamente deixadas de lado. Nesse ou em qualquer outro tempo, a condição humana se manifesta como o epicentro de um amplo leque de valores que tentam dar sentido à nossa existência.





ERASMO DE  ROTERDA



Erasmo de Roterdão (português europeu) ou Roterdã (português brasileiro) (nascido Gerrit Gerritszoon ou Herasmus Gerritszoon; em latim: Desiderius Erasmus Roterodamus; Roterdão, 27 de Outubro de 1466 — Basileia, 12 de Julho de 1536) foi um teólogo e um humanista neerlandês.
Erasmo, com efeito, cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, a viveu como tal, sendo inclusive um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica.
Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou os seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália. Erasmo optou por uma vida de académico independente, independente de país, independente de laços académicos, de lealdade religiosa, e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e a sua expressão literária.




Os principais centros da sua actividade foram Paris, Lovaina, Inglaterra e Basileia. No entanto, nunca pertenceu firmemente a nenhum destes sítios. O seu tempo em Inglaterra foi frutuoso, tendo feito amizades para a vida com os líderes ingleses, mesmo nos dias tumultuosos do rei Henrique VIII: John Colet, Thomas More, John Fisher, Thomas Linacre e Willian Grocyn. Na Universidade de Cambridge foi o professor da divindade de Lady Margaret e teve a opção de passar o resto de sua vida como professor de inglês. Ele esteve no Queens' College, em Cambridge e é possível que tenha sido alumnus.

Foram-lhe oferecidas várias posições de honra e proveito através do mundo académico, mas ele declinou-as todas, preferindo a incerteza, tendo no entanto receitas suficientes da sua actividade literária independente.

Entre 1506 e 1509 esteve em Itália. Passou ali uma parte do seu tempo na casa editorial de Aldus Manatius emVeneza. Apesar disto, teve uma associação com académicos italianos menos activa do que se esperava.

A sua residência em Lovaina expôs Erasmo a muitas críticas mesquinhas por parte daqueles que eram hostis aos princípios do progresso literário e religioso aos quais ele devotava a vida. Ele interpretava esta falta de simpatia como uma perseguição e procurou refúgio em Basileia, onde, sob abrigo de hospitalidade suíça, pôde expressar-se livremente e onde estava rodeado de amigos. Foi lá que ele esteve associado por muitos anos com o grande editor Froben, e aonde uma multidão de admiradores de (quase) todos os cantos da Europa 

EXPRESSO DO RENASCIMENTO NA ARTE E LITERATURA


A TECNICA DE PINTURA RENASCENTISTA

A pintura renascentista teve dois focos de desenvolvimento fundamentais: na Itália (principalmente na cidade de Florença) e na Flandres, onde surgiram no século XV a técnica da pintura a óleo (inventada por Van Eyck) e a utilização da perspectiva.


Na pintura do Renascimento existe uma grande preocupação com o equilíbrio da composição. Nesta época era muitas vezes utilizada a composição em pirâmide, que era uma composição simples e equilibrada. Outra característica essencial no Renascimento era o naturalismo. Os pintores tentavam representar as paisagens, as pessoas, os animais e todas as coisas com a sua forma original, da maneira mais fluída possível.

A pintura renascentista caracterizou-se ainda pela introdução de novos temas. Além dos temas religiosos, surgiram os da mitologia grego-romana, os do quotidiano e ainda o retrato.

Surgiu um número impressionante de grandes pintores nos séculos XV e XVI. Entre os pintores italianos do Renascimento os mais importantes foram: Botticelli, Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Tiziano e Rafael. Leonardo da Vinci foi o autor da famosa pintura Gioconda (mais conhecida por Monalisa), Miguel Ângelo foi o criador dos frescos da Capela Sistina no Vaticano e Rafael autor de muitas imagens da Virgem com o Menino. Mas a lista de artistas é imensa e falar apenas destes é menosprezar o trabalho de outros como Júlio Romano e Antonio Allegri, que fizeram também eles obras incríveis.

PERPECTIVA E SIMETRIA


Na Renascença, os povos viviam sob a crença de que a Terra era chata e centro do Universo. Não era permitido a ninguém contestar com novas descobertas científicas, sob pena de pagar com a vida semelhante audácia.
Leonardo, possuidor de uma mente científica, estudioso e criativo, procurou fixar suas descobertas cósmicas, em suas pinturas. Não só ele, mas também seus contemporâneos: Raffaelo, Michelangelo e outros. Estes artistas não compunham suas obras dentro da trama geométrica da perspectiva linear central, mas sim, sobre ela, a fim de eliminar a dureza e a estática resultantes de linhas puramente geométricas.
O espaço pictórico, dividido em três planos sucessivos, eram assim trabalhados: o 2º e o 3º planos executados pela perspectiva linear central. O 1º por uma simetria cíclica a duas dimensões, acoplada à perspectiva linear central. Assim, originou-se a terceira dimensão encontrada nas obras de Leonardo.
Toda esta trama geométrica executada principalmente na obra de Leonardo, intitulada “O Cenáculo”, deu origem ao Barroco. Nela, observamos a estática do fundo, construída pela perspectiva linear e o dinamismo das figuras e de seus mantos, representados no 1º plano pela simetria de rotação.
Santiago Americano Freire, em seu livro “Leonardo” — (Gráf. Univ. M. Gerais — BH.1965), divulga sua descoberta: a estrutura invisível existente nas obras do grande mestre. Intitulou-a de estéreo-perspectiva e assim a definiu: “Estéreo-perspectiva (nova para nós) resulta de uma simetria cíclica, de grupos não finitos de rotações possíveis, a duas dimensões, acoplada à perspectiva linear central”.
É interessante observar que a sobreposição de imagens que constitui o novo conceito básico desta minha nova perspectiva linear, possui um pentágono “acoplado” a ela. Não é um pentágono inscrito num círculo como na estéreo-perspectiva de Santiago, mas é uma figura pentagonal, com seus cinco lados iguais. Toda a trama geométrica desta nova perspectiva exata é executada entre as duas linhas geradas por este pentágono imaginário: a de sua base e a que une os seus dois vértices laterais opostos.
A estéreo-perspectiva não será estudada neste livro por tratar-se de obra de outro autor. No entanto, quero mencionar que a harmonia e ritmo que ela dá à composição, quer seja figurativa ou não figurativa, e a terceira dimensão, quando ela é acoplada à perspectiva linear, é algo que um pintor não deve deixar de conhecer.

ASPECTOS ARQUITETÔNICOS DO PERÍODO

Renascimento é o nome que se dá ao período da história européia, caracterizado por um renovado interesse pelo passado grego-romano clássico, que vai do século XV ao século XVI. Fundamentado no conceito de que o homem é a medida de todas as coisas, o renascimento significou um retorno às formas e proporções da antiguidade greco-romana. Este movimento artístico começou a se manifestar na Itália, no século XIV, mais precisamente em Florença, cidade que a esta altura já tinha se tornado um estado independente e um dos centros comerciais mais importantes do mundo, e difundiu-se por toda a Europa, durante os séculos XV e XVI.Em poucos anos, o renascimento difundiu-se pelas demais cidades italianas (período conhecido como quattrocento), para se estender pouco a pouco, em fins do século XV, ao resto do continente europeu, no chamado cinquecento, ou renascimento clássico. As bases desse movimento eram porporcionadas por uma corrente filosófica reinante, o humanismo, que descartava a escolástica medieval, até então reinante, e propunha o retorno às virtudes da antiguidade.
Platão, Aristóteles, Virgílio, Sêneca e outros autores greco-romanos começam a ser traduzidos e rapidamente difundidos. Desse modo, o espírito da antiga filosofia clássica não leva muito tempo para inundar as cortes da nova aristocracia burguesa. O cavalheiro renascentista deve agora ser versado em todas as disciplinas artísticas e científicas.






Apectos arquitetonicos 





A arquitetura é considerada parte da história da arte, intrinsecamente uma subdivisão da mesma. Neste aspecto, é estudado todos as características históricas e de evolução da arquitetura, ressaltando as principais idéias, conceitos, acontecimentos históricos marcantes além de suas realizações.
É interessante ressaltar que durante alguns acontecimentos da história da arquitetura, ocorrem fatos paralelos relevantes sobre a história da arte, assim é comum que haja semelhanças, principalmente no perfil da tendência estética.
Há muitos autores que ressaltam que alguns dos aspectos da história da arte não tem semelhanças, ou mesmo, representação concisa na arte daarquitetura, como exemplo, a estética de vanguarda.


Escultura e literatura 


A escultura do Helenismo representa uma das mais importantes expressões artísticas da cultura helenística, e o estágio final da evolução da tradição grega de escultura na Antiguidade. A definição de sua vigência cronológica, bem como de suas características e significado, têm sido objeto de muita discussão entre os historiadores da arte, e parece que um consenso está longe de ser alcançado.[1] Usualmente se considera o período helenístico compreendendo o intervalo entre a morte de Alexandre, o Grande, em 323 a.C., e a conquista do Egito pelos romanos em 30 a.C..[2] Suas características genéricas se definem pelo ecletismo, secularismo e historicismo, tomando como base a herança da escultura grega clássica e assimilando influências orientais.[3] Entre suas contribuições originais à tradição grega de escultura estão o desenvolvimento de novas técnicas, o aperfeiçoamento da representação da anatomia e da expressão emocional humanas, e uma mudança nos objetivos e abordagens da arte, abandonando-se o genérico pelo específico. Isso se traduziu no abandono do idealismo clássico de caráter ético epedagógico em troca da enfatização dos aspectos humanos cotidianos e do direcionamento da produção para fins puramente estéticos e, ocasionalmente, propagandísticos. A atenção dada ao homem e em sua vida interior, suas emoções, seus problemas e anseios comuns, resultou num estilo realista que tendia a reforçar o drama, o prosaico e o movimento, e com isso aparecendo os primeiros retratosindividualizados e verossimilhantes da arte ocidental. Ao mesmo tempo, ocorre uma grande ampliação da temática, com a inclusão de representações da velhice e da infância, de deidades menores não-olímpicas e personagens secundários da mitologia grega, e de figuras do povo em suas atividades diárias.[




Michelangelo



Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (Caprese, 6 de Março de 1475 — Roma, 18 de Fevereiro de 1564), mais conhecido simplesmente como Miguel Ângelo (português europeu) ou Michelangelo (português brasileiro), foi um pintor, escultor, poeta e arquiteto italiano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente.
Ele desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram seus grandes mecenas, a família Medicide Florença, e vários papas romanos. Iniciou-se como aprendiz dos irmãos Davide e Domenico Ghirlandaio em Florença. Tendo seu talento logo reconhecido, tornou-se um protegido dos Medici, para quem realizou várias obras. Depois fixou-se em Roma, onde deixou a maior parte de suas obras mais representativas. Sua carreira se desenvolveu na transição do Renascimento para o Maneirismo, e seu estilo sintetizou influências da arte da Antiguidade clássica, do primeiro Renascimento, dos ideais do Humanismo e do Neoplatonismo, centrado na representação da figura humana e em especial no nu masculino, que retratou com enorme pujança. Várias de suas criações estão entre as mais célebres da arte do ocidente, destacando-se na escultura o Baco, a Pietà, o David, as duas tumbas Medici e o Moisés; na pintura o vasto ciclo do teto da Capela Sistina e o Juízo Final no mesmo local, e dois afrescos na Capela Paulina; serviu como arquiteto da Basílica de São Pedro implementando grandes reformas em sua estrutura e desenhando a cúpula, remodelou a praça do Capitólio romano e projetou diversos edifícios, e escreveu grande número de poesias.
Ainda em vida foi considerado o maior artista de seu tempo; chamavam-no de o Divino, e ao longo dos séculos, até os dias de hoje, vem sendo tido na mais alta conta, parte do reduzido grupo dos artistas de fama universal, de fato como um dos maiores que já viveram e como o protótipo do gênio. Michelangelo foi um dos primeiros artistas ocidentais a ter sua biografia publicada ainda em vida. Sua fama era tamanha que, como nenhum artista anterior ou contemporâneo seu, sobrevivem registros numerosos sobre sua carreira e personalidade, e objetos que ele usara ou simples esboços para suas obras eram guardados como relíquias por uma legião de admiradores. Para a posteridade Michelangelo permanece como um dos poucos artistas que foram capazes de expressar a experiência do belo, do trágico e do sublime numa dimensão cósmica e universal.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

New York

Nova Iorque ou Nova York (em inglês: New York) é a cidade mais povoada do Estado de Nova Iorque, dos Estados Unidos da América e a segunda maior aglomeração urbana do continente. É o centro da área metropolitana de Nova Iorque, a qual está entre as áreas urbanas mais populosas do mundo. Nova Iorque é considerada uma cidade global, dada a influência exercida por ela sobre o comércio mundial, finanças,cultura, moda e entretenimento. Além do mais, nela se localiza a sede da Organização das Nações Unidas e é também um importante centro de negócios internacionais. A cidade é muitas vezes referida como New York City ou City of New York, para diferenciá-la do Estado de Nova Iorque, do qual faz parte.
Localizada em um grande porto natural na costa atlântica do nordeste dos Estados Unidos, a cidade é composta por cinco distritos: Bronx,Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Com uma população estimada em 2009 em mais de 8,3 milhões[4] de pessoas e com uma área territorial de 790 km², Nova Iorque é a grande cidade mais densamente povoada dos Estados Unidos. A população da região metropolitana de Nova Iorque é também a maior do país, estimada em mais de 19 milhões de pessoas em 17 400 km². Além disso, a Área Estatística Combinada contendo a Grande Nova York possui mais de 22 milhões de habitantes em 2009, segundo estimativas do Censo, sendo também a maior nos Estados Unidos.
Nova Iorque foi fundada como um posto de troca comercial pelos Holandeses em 1624. O local foi chamado de Nova Amsterdã até 1664, quando a colônia ficou sob controle Inglês.[8] Nova Iorque foi a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790,[9] sendo a maior cidade do país desde então.[10]
Muitos distritos e pontos turísticos da cidade tornaram-se conhecidos mundialmente. A Estátua da Liberdade recebeu milhões de imigrantesque vieram para o país no final do século XIX e início do século XX. Times Square, iconizado como "A Encruzilhada do Mundo", é o centro iluminado da zona dos teatros da Broadway, um dos mais movimentados cruzamentos de pedestres do mundo, e um importante centro da indústria de entretenimento. Wall Street, em Manhattan, é um dominante centro financeiro global desde a Segunda Guerra Mundial e é o lar daBolsa de Valores de Nova Iorque. O bairro Chinatown, em Manhattan, atrai multidões de turistas para suas calçadas movimentadas e estabelecimentos de varejo. Escolas de classe mundial e universidades, como a Universidade Columbia e a Universidade de Nova Iorquetambém residem na cidade. Nova Iorque também é o lar de alguns dos arranha-céus mais altos do mundo, incluindo o Empire State Building e as extintas torres gêmeas do World Trade Center.
A cidade é o berço de muitos movimentos culturais, incluindo o Renascimento de Harlem na literatura e nas artes visuais; o expressionismo abstrato (também conhecido como Escola de Nova Iorque) na pintura; o hip hop;o punk a salsa, disco e Tin Pan Alley na música.
Nova Iorque é notável entre as cidades estadunidenses em sua elevada utilização de transporte de massa, cuja maioria funciona 24 horas por dia, e pela densidade populacional e diversidade de seus habitantes. Em 2005, cerca de 170 idiomas eram falados na cidade e 36% de sua população tinha nascido fora dos Estados Unidos.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Hierarquia Urbana

Você já deve ter ouvido falar de alguém que  se mudou de uma cidade pequena para estudar ou trabalhar numa cidade maior.Talvez também já ouvido contar de pessoas doentes que precisaram viajar para a cidade grande afim de fazer tratamentos de saúde.
Esses exemplos ilustram o que chamamos de Rede Urbana, ou seja,a relações de influência entre as cidades.Aquelas que apresentam maior industrialização,comércio mais intenso e importantes centros financeiros ou maior quantidade de serviço exercem grande influência sobre as cidades menores,criando uma espécie de Hierarquia.
Umas das formas de mostrar a Hierarquia Urbana  é baseada no tamanho da população das cidades.As que tem,por exemplo,mais  de 10 milhões de habitantes  são chamadas de Megacidades.Há atualmente mais de 20 megacidades num mundo,sendo duas delas brasileiras:São Paulo e Rio De Janeiro.
Nos últimos anos,com a intensificação das relações econômicas internacionais,surgiu a necessidade de classificar as cidades do mundo de outra forma,o que deu origem ao conceito de Cidades Globais.  Elas são dotadas de melhores estruturas de transporte,comunicações e serviços,essenciais para a adminstrar os fluxos de pessoas,capitais,bens e serviços que circula pelo mundo.
Nessa nova classificação,o que importa é a capacidade da cidade de se relacionar com grandes centros mundiais de poder econômico e político.Por isso essas cidades acabaram se tornando os pontos principais das redes urbanas mundiais









sexta-feira, 20 de maio de 2011

A Vida:no inicio foram os oceanos

-Cianobactérias:

As cianobactérias raramente são encontradas preservadas como microfósseis, talvez pelo seu tamanho pequeno ou pela dificuldade em diferenciá-las de fósseis de fungos microscópicos, porém em alguns casos até mesmo a parede celular ficou preservada. Entretanto, estruturas biossedimentares construídas pelas cianobactérias - os estromatólitos - são encontrados em todos os continentes, sendo seu registro mais abundante no Pré-Cambriano. Os estromatólitos são estruturas caracterizadas por camadas superpostas de minerais que são produzidas por cianobactérias. As colônias de cianobactérias se fixam em um substrato, em meio aquoso límpido e iluminado e, nessas condições, proliferam e formam "esteiras microbiana", viscosas, ricas em mucilagem que captam e incorporam partículas sedimentares do meio.
Ao longo do tempo, várias camadas de mucilagem e sedimento vão se superpondo, formando estruturas na forma de domos ou colunas, os estromatólitos, que, posteriormente litificam, transformando-se em rocha.

-Fotossintese

A fotossíntese significa síntese pela luz. Excetuando as formas de energia nuclear, todas as outras formas de energia utilizadas pelo homem moderno provém do sol.

A fotossíntese pode ser considerada como um dos processos biológicos mais importantes na Terra. Por liberar oxigênio e consumir dióxido de carbono, a fotossíntese transformou o mundo no ambiente habitável que conhecemos hoje.

ImageDe uma forma direta ou indireta, a fotossíntese supre todas as nossas necessidades alimentares e nos fornece um sem-número de fibras e materiais de construção.
A energia armazenada no petróleo, gás natural, carvão e lenha, que são utilizados como combustíveis em várias partes do mundo, vieram a partir do sol via fotossíntese. Assim sendo, a pesquisa científica da fotossíntese possui uma importância vital.

Se pudermos entender e controlar o processo fotossintético, nós saberemos como aumentar a produtividade de alimentos, fibras, madeira e combustível, além de aproveitar melhor as áreas cultiváveis. Os segredos da coleta de energia pelas plantas podem ser adaptados aos sistemas humanos para fornecer modos eficientes de aproveitamento da energia solar.

As plantas são seres autótrofos - ou seja, produzem seu próprio alimento. Graças à presença de clorofila em suas folhas, elas são capazes de captar energia luminosa do sol e utilizá-la na síntese de moléculas orgânicas, que lhes servirão de alimento. Esse processo, que será explicado a seguir, é chamado de fotossíntese.
6 CO2+ 12 H2O ----luz---+--clorof----> C6H12O6+ 6 H2O + 6 O2


Protozoarios

Introdução 
Os protozoários são animais invertebrados, unicelulares (compostos por apenas uma célula) e eucariontes (com núcleo celular organizado). Integrantes do Reino Protista, estes animais se movimentam através de flagelos, pseudópodes (pés falsos) ou cílios. Muitas espécies de protozoários são microscópicas.
Principais espécies de protozoários:

Rizópodes
A movimentação ocorre através de pseudópodes e muitas espécies causam doenças nos seres humanos.
Exemplos: ameba (causadora da doença amebíase).

Flagelados
A movimentação ocorre através de flagelos. Também são capazes de provocar doenças nos seres humanos.
Exemplos: giárdia (causadora da giardíase), leishmania (causadora da leishmaniose) e tripanossoma (causador da Doença de Chagas).

Esporozoários
São invertebrados unicelulares que vivem como parasitas.
Exemplos: Plasmódio (causador da malária).

Ciliados
O movimento destes animais é realizado através dos cílios.
Exemplo: balantídeos (causador de desinterias).

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Bacterias e virus

-Doenças

Tuberculose

- É causada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis), atacando os pulmões. O tratamento é frito com antibióticos e as medidas preventivas incluem vacinação das crianças com BCG, abreugrafias periódicas e melhoria dos padrões de vida das populações mais pobres.

Lepra ou hanseníase

- É transmitida pelo bacilo de Hansen (Mycobacterium leprae) e causa lesões na pele e nas mucosas. Quando o tratamento é feito a tempo a recuperação é total.

Difteria

- Doença muitas vezes fatal causada pelo bacilo diftérico, que ataca principalmente crianças. Produz dor de garganta, febre e fraqueza. O tratamento deve ser feito o mais rápido possível. A vacina antidiftérica está associada à antitetânica e à antipertussis (contra coqueluche) na forma de vacina tríplice.

Coqueluche

- Doença que ataca crianças, produzindo uma tosse seca característica, causada pela bactéria  Bordetela per

-transmissao

Bactérias são organismos unicelulares, procarióticos, que podem ser encontrados na forma isolada ou em colônias e pertencente ao reino Monera. São microorganismos constituídos por uma célula, sem núcleo celular nem organelos membranares.

Descobertas por Anton van Leeuwenhoek em 1683, as bactérias foram inicialmente classificadas entre as plantas; em 1894, Ernst Haeckel incluiu-as no reino Protista e actualmente as bactérias compõem um dos três domínios do sistema de classificação cladístico.

Crescimento e reprodução..............................…

As bactérias podem se reproduzir com grande rapidez, dando origem a um número muito grande de descendentes em apenas algumas horas. A maioria delas reproduz-se assexuadamente , por cissiparidade, também chamada de divisão simples ou bipartição. Nesse caso, cada bactéria divide-se em duas outras bactérias geneticamente iguais, supondo-se que não ocorram mutações, isto é, alterações em seu material genético.

Em algumas espécies de bactérias pode ocorrer recombinação de material genético. É o caso da conjugação, fenômeno descoberto quando duas variedades geneticamente diferentes da bactéria Escherichia coli foram criadas juntas.

Nesse processo, duas bactérias geneticamente diferentes se unem por meio de pontes citoplásmaticas. Uma delas, a bactéria doadora, injeta parte do seu material genético na outra, a bactéria receptora. Então, as duas bactérias separam-se. No interior da bactéria receptora, ocorrem recombinações gênicas. Em seguida, essa bactéria reproduz-se assexuadamente por cissiparidade, dando origem a novas bactérias, portadoras de material genético recombinado.

Curiosidades............................…
As doenças provocadas por bactérias são, geralmente, mais graves que as provocadas por vírus.
Em termos de evolução, as bactérias parecem ser dos organismos mais antigos, com registros fósseis de 3,7 bilhões de anos.

Segundo a Teoria da Endossimbiose, dois organelos celulares, as mitocôndrias e os cloroplastos teriam derivado de uma bactéria endosimbionte, provavelmente autotrófica, antepassada das atuais cianobactérias.
Podem enquistar, ou seja, rodear-se de uma parede celular especial que as protege e ficar em estado de vida latente até que as condições ambientais voltem a ser favoráveis; nessa forma, elas podem viver na poeira da nossa casa e ser transportadas por correntes de ar e, dessa maneira, infectar um ser vivo que respire esse ar.

O corpo humano contém normalmente bilhões de microorganismos, quer na pele, debaixo das unhas, na boca, nariz, intestino e em outras cavidades do nosso corpo; porém, elas são normalmente impedidas de crescer nos olhos pelo líquido lacrimal.
Existem bactérias que fabricam cristais de magnetita (Fe3O4) ou greigita (Fe3S4), materiais com propriedades magnéticas, e orientam seus movimentos pelo campo magnético terrestre.

As bactérias são os organismos mais bem sucedidos do planeta. A quantidade de bactérias em nosso corpo, principalmente no trato intestinal, pele e cavidades, é muito superior ao número de células do mesmo, e o mais preocupante, só se conhecem cerca de 50% delas.

 

As bactérias são agentes etiológicos de vários tipos de doenças, veja em um pequeno resumo:

• Botulismo

Agente etiológico: Clostridium botulinum.
Trasmissão: Em alimentos enlatados e conservas artesanais.
Sintomas: A toxina bloqueia a transferência dos sinais nervosos para os músculos.
Cuidados: Cuidados higiênicos ao ingerir alimentos contidos em latas e estufas.

• Cólera

Agente etiológico: Vibrio Cholerae.
Transmissão: Alimentos ou água contaminados por bactéria.
Sintomas: diarréia, vômitos e cãibras.
Medidas profiláticas: lavar bem as verduras, lavar as mãos antes de ingerir qualquer alimento, ferver a água.

• Coqueluche

Agente etiológico: Bordetella pertussis.
Transmissão: é transmitido pelo ar, através de tosse, espirros de pessoas contaminadas.
Sintomas: vômito, tosse seca, febre baixa, convulsões e hemorragias cerebrais.
Prevenção: vacinações e evitar contato com doentes.

• Difteria ou crupe

Agente etiológico: Corynebacterium diphteriae.
Transmissão: São gotículas eliminadas no ar pelo nariz e pela boca de pessoas contaminadas pela bactéria.
Sintomas: a bactéria produz uma toxina que afeta as cavidades nasais, tonsilas (amídalas), faringe e laringe. Pode ocorrer morte por asfixia.
Prevenção: receber vacinação e evitar contato com doentes.

• Febre maculosa

Agente etiológico: Rickettsia rickettii.
Transmissão: picada do carrapato-estrela; esses carrapatos são ectoparasitas de aves, mamíferos (cavalos, boi, capivara) e cobras.
Sintomas: febre, vômitos, dores de cabeça e musculares, manchas vermelhas no corpo.
Prevenção: evitar caminhar em locais infectados por carrapatos sem proteger o corpo com calça comprida e botas.

• Hanseníase ou lepra

Agente etiológico: Mycobacterium leprae.
Transmissão: através da pele e do trato respiratório.
Sintomas: Falta de sensibilidade no corpo; surgem lesões na pele.
Prevenção: tomar a vacina BCG.

• Leptospirose

Agente etiológico: Leptospira
Transmissão: animais como rato, que eliminam leptospiras vivas pela urina, contaminam água e alimentos. As bactérias penetram no corpo humano principalmente através da pele, mas também pela boca, narinas e etc.
Sintomas: febre alta, dor de cabeça, dores musculares, náuseas, vômitos aumento do fígado, lesões na pele.
Cuidados: prevenção de enchentes, tratamento do lixo (evitar lixões onde há ratos), tratamento da água, vigilância sanitária de alimentos.

• Meningite epidêmica

Agente etiológico: Neisseria meningitidis
Transmissão: pelo ar, através de secreções eliminadas pela boca e pelo nariz de pessoas contaminadas pela bactéria.
Sintomas: dor de cabeça, febre alta, rigidez da nuca, vômito.
Prevenção: vacinação, evitar ambientes abafados e com muitas pessoas, evitar hospitais especializados.

• Pneumonia

Agente etiológico: Streptococcus pneumoniae ou Diplococcus peneumoniae.
Transmissão: inalação de ar contaminado por essas bactérias.
Sintomas: infecção pulmonar
Cuidados: Evitar contato na fase de manifestação da doença

• Sífilis

Agente etiológico: Treponema Paliidum
Transmissão: através da relação sexual, por congênita (contaminação do feto por meio da placenta de mães portadoras da doença).
Sintomas: inflamação na pele, nos ossos, doenças respiratórias e esterilidade.
Prevenção: usar a camisinha na hora da relação sexual.

• Tétano

Agente etiológico: Clostridium tetani
Transmissão: Os esporos são encontrados no solo. Podem penetrar no corpo humano quando ocorre uma lesão causada por objetos contaminados.
Sintomas: fortes contrações musculares; pode ocorrer parada respiratória e/ ou cardíaca.

• Tuberculose

Agente etiológico: Mycobacterium tuberculosis.
Transmissão: Gotículas espalhadas no ar, através de espirros, fala e tosse de pessoas contaminadas.
Sintomas: ataca os pulmões, provocando infecções e pode passar para o sangue e a linfa, podendo atingir outras partes do corpo.
Prevenção: vacinação.

 

Virus

Sarampo, catapora, rubéola e caxumba

- Estas doenças também são transmitidas por saliva, gotículas eliminadas pela tosse por exemplo, atacando geralmente crianças. O doente deve ficar de cama, em isolamento e receber boa alimentação. Deve ficar também sob orientação médica, para ser atendido prontamente no caso de infecções bacterianas. A rubéola é perigosa quando contraída por mulheres grávidas, pois o vírus pode provocar anomalias no embrião (catarata, surdo - mudez e doenças cardíacas, entre outras).

Poliomielite

- Embora na maioria das pessoas essa virose cause apenas febre, mal estar, em alguns indivíduos, ela pode atacar o sistema nervoso, provocando paralisia. Uma vez instalada a doença, não há um procedimento específico para curá-la , sendo feito apenas um tratamento fisioterápico nos casos em que ocorre a paralisia, visando melhorar a condição muscular. Assim sendo, para evitar tal doença, é muito importante que os pais vacinem os seus filhos na época recomendada pelo médico.

Febre Amarela

- É causada por um vírus transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, provocando febre, vômito e lesões no fígado. A profilaxia é feita através do combate ao mosquito e da vacinação.

Raiva ou hidrofilia

- Essa doença, quase sempre fatal, ataca o sistema nervoso. É transmitida por animais domésticos, principalmente o cão, sendo por isso obrigatória a vacinação eo recolhimento dos animais soltos na rua. Quando uma pessoa é mordida por qualquer animal, deve lavar várias vezes o local da ferida com água e sabão e aplicar um desinfetante. Se houver suspeita que o animal está raivoso, procurar urgentemente o hospital mais próximo o soro e vacina anti-rábicos. Deve-se também exigir que o proprietário apresente o atestado de vacinação do animal.

Hepatite a Vírus

- É uma inflamação do fígado que pode ser causada também por outros parasitas ou substâncias químicas. A transmissão ocorre por água e alimento contaminados, principalmente quando há falta de instalações sanitárias adequadas, por transfusões de sangue contaminados, por seringas e agulhas de injeção mal esterilizadas. A evolução costuma ser benigna, mas a presença do médico é necessária e o doente deve ficar isolado, em repouso com boa alimentação.

Dengue

- Também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Os principais sintomas são: febre alta durante 3 dias, dores no corpo e nos olhos, cansaço e falta de apetite, podendo haver também erupções na pele semelhante ao sarampo.

A dengue não tem tratamento específico, o doente deve ficar de reouso, ingerir muitos líquidos e tomar medicamentos para a dor e febre (que não contenham Ácido Acetil Salicílico) A prevenção é a mesma para a febre amarela.

Quem já teve dengue, mesmo que de forma assintomática, ou é portador de doenças crônicas, como diabete, a artrite reumatóide ou o lupus, está sujeito a contrair a Dengue Hemorrágica, Ela é causado por outro vírus e começa como a dengue porém depois que a fase febril acaba, os sintomas se agravam, ocorrendo queda da pressão arterial, hemorragias na pele, intestino e gengivas, ocorre o aumento do tamanho do fígado. Caso não haja assistência médica, a doença pode levar o paciente à morte em 10% dos casos

AIDS

- A síndrome da imunodeficiência adquirida é causada pelo vírus HIV ou vírus da imunodeficiência humana, que ataca células do sistema imunológico, responsável pelo reconhecimento e combate dos agentes estranhos (bactérias, vírus, etc.) que invadem o organismo. A principal célula atacada é o linfócito T4.

Devido a deficiência do sistema imunológico, os aidéticos, estão sujeitos a infecções por germes chamados oportunistas, que não causam problemas à pessoas com saúde normal. Além disso, são mais propensos a desenvolver alguns tipos raros de câncer como o sarcoma de Kaposi. Essas infecções terminam por debilitar a saúde do paciente e até mesmo levá-lo a morte.

Ainda não há cura ou vacina para a AIDS. Nem todas as pessoas que contraem o vírus HIV, desenvolvem a doença, ela pode aparecer de forma assintomática. Contudo, o portador assintomático pode transmitir a doença para outras pessoas através do contato por sangue, sêmen ou secreções vaginais. Isso ocorre pelo ato sexual, pela recepção de sangue contaminado, pelo uso de seringas ou agulhas contaminadas, de mãe para filho durante a vida uterina ou na hora do parto, ou ainda por transplante de órgãos.

Para evitar o contágio, deve se usar a camisinha, não utilizar seringas ou agulhas não esterilizadas e, se precisar de sangue ou fatores do plasma, certifique-se que procede de bancos de sangue que fazem o teste da AIDS. O grupo de risco inclui: heterosexuais, homossexuais, bissexuais, usuários de drogas injetáveis e pessoas que necessitam de transfusões de sangue ou fatores do plasma, como os hemofílicos.

-Tramsmissão

A transmissão dessas doênças pode acontecer de várias formas,dependendo do vírus causador,como por:
contato direto com a área lesoinada;
contato com a saliva;
contato com gotículas de saliva dispersas no ar;
contato sexual;
água e alimentos contaminados
picada de mosquitos
-Prevenção e tratamentoO tratamento das doênçasvirais é difícil por serem poucas as drogas que conseguem inativar de alguma forma os vírus.A melhor forma de prevenção é evitar o contato com os v´rus e a vacinação.
A exemplo das doênças  bacterianas,medidas de higiene,saneamento básico,cuidados com a saúde pública e preservação do ambiente  são as formas universiais de prevenção.
No caso de doênças sexualmente transmissíveis,cmo a aids,asa hepatites B e C e o herpes genital, o uso de preservativos é a forma mais indicada de prevenção.
Há doenças que podem ser previnidas com o uso de vacinas, como a CAXUMBA, FEBRE AMARELA,A GRIPE COMUM,AS HEPATITES A E B, A POLIOMELITE,ARAIVA,A RUBEOLA,O ARAMPO,A VARICELA E A VARIOLA

Biotecnologia

Com os avanços da biotecnologia,os cientistas buscam usar os virús em beneficioi da humanidade.
Os cientistas tentam utilizar os vírus para inserir material genético sadio em celulas doentes,corrigindo defeitos genéticos.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Filogenia

-a evoluçao dos seres vivos:os ancestrais comuns

Anatomia comparada

Ao analisar as diferentes espécies, podemos observar que estas apresentam estruturas semelhantes ou membros com a mesma função. A observação destes caracteres veio apoiar as ideias evolucionistas, pois este facto demonstra uma origem comum de diferentes espécies.

-homem descende do macaco ?

Quando Charles Darwin (1859) mencionou em sua obra monumental “On the Origin of Species” a descendência do ser humano, a idéia em torno de sua descendência a partir dos macacos era bastante popular. Foi James Burnett (Lord Mondobbo), entre outros, que em 1784 considerou a origem do homem a partir de um “antropóide”: em princípio pura especulação. Thomas Huxley (1863) e Ernst Haeckel (1874) se encarregaram de popularizar este dogma.


Conta-se que a esposa do Bispo de Worcester teria reagido com espanto diante da visão de Darwin:


“My Dear, esperemos que isso não seja verdade; mas se for verdade, esperemos que ninguém descubra!”

E a cara dama pôde se reconfortar em seus pensamentos, pois na época de Darwin e também depois, nem todos os cientistas queriam aderir a este círculo de adeptos da cadeia de evolução humana a partir do “antropóide”. Além disso, não devemos nos iludir que tudo aquilo, que assumimos como evolução humana, apesar da “convicção” de muitos antropólogos, permanece ainda como de natureza hipotética...!


-reino, monera , reino ´protista

Quanto a sua classificação, os seres vivos estão atualmente divididos em cinco reinos:
3. Reino Monera: composto por organismos unicelulares (formados por uma única célula) e procariontes (células que não possuem um núcleo organizado). Fazem parte deste reino: as bactérias e algas azuis ou cianobactérias (antigamente eram consideradas como vegetais inferiores).


5. Reino Protista: formado por seres unicelulares e eucariontes. Estão presentes neste reino: protozoários (giárdias, amebas, tripanossomas) e algas inferiores ou eucariontes.

-Reino vegetal ou plantae ou metafita

Reino das plantas ou dos vegetais (ou reino Plantae ou Metaphyta) - Engloba todas as plantas. Esses seres são pluricelulares, autotróficos e possuem tecidos especializados;
Composição Os organismos que compõem este reino são em sua grande maioria autotróficos, ou seja, seres cuja organização celular conta com os cloroplastos (organelas especializadas na produção de matéria orgânica a partir de matéria inorgânica, incluindo a energia solar). Suas células possuem uma parede celular formada por celulose.

O reino Plantae, é composto por organismos capazes de produzirem o seu próprio alimento. Contudo, independente disso, eles possuem necessidades específicas de determinados nutrientes presentes somente no solo, como os sais minerais.

Fotossíntese Sua produção própria de alimento se dá através da realização da fotossíntese (processo pelo qual as plantas absorvem energia solar para produzirem sua própria energia). Isto ocorre através da ação da clorofila existente em seus cloroplastos.

Plantas parasitas Entretanto, há muitas espécies de plantas que não são capazes de produzir seu próprioalimento, por esta razão, elas agem de forma parasita, extraindo de outras plantas os nutrientes necessários para sua sobrevivência.

Importância das plantas As plantas são extremamente importantes para a continuidade da vida em nosso planeta, sem elas, os demais seres vivos da cadeia alimentar não seriam capazes de obter a energia necessária para sua sobrevivência.

Elas são consideradas o primeiro elo da cadeia, pois sustentam todos os demais (animais, fungos, bactérias e protistas).

Não fazem parte do Reino Plantae as algas castanhas, as algas vermelhas e vários organismos autotróficos unicelulares ou coloniais.

-reino fungo ou fungi
O Reino Fungi compreende os organismos eucariontes, heterotróficos que se alimentam de nutrientes absorvidos do meio, com espécies unicelulares e multicelulares formadas por filamentos denominados hifas. São conhecidos popularmente por: leveduras (fermento), bolores, mofos, cogumelos e orelha-de-pau.

Existem espécies de vida livre ou associadas (em simbiose) com outros organismos, como por exemplo, os liquens, uma relação harmônica interespecífica de fungos e algas. Contudo, algumas espécies são parasitas, mantendo relações desarmônicas com plantas e animais. A maioria é saprofágica, alimentando-se da decomposição de cadáveres.

A classificação dos quatro Filos obedece a critérios reprodutivos (diferença entre as estruturas reprodutivas), com ciclo de vida em duas fases: uma assexuada e outra sexuada.

Na assexuada formam-se esporos por divisões mitóticas, podendo essa fase se prolongar por indeterminado período em resposta às alterações ambientais, aguardando estímulo para desencadear o início da fase sexuada, por divisão meiótica.

Dessa forma, o Reino Fungi se subdivide nos Filos: Ascomycetes, Phycomycetes, Basidiomycetes e os Deuteromycetes.

Ascomycetes (ascomicetos) → assim chamados em razão do processo de reprodução sexuada formando sacos, conhecidos cientificamente como ascos (daí a origem do nome), que posteriormente se transformam em esporos.

Phycomycetes (ficomicetos) → são os fungos mais simples, semelhantes a uma alga, contendo esporos dotados de flagelos.

Basidiomycetes (basidiomicetes) → formam estruturas reprodutivas denominadas basídios, cuja base encontra-se fixa ao corpo de frutificação (eixo de sustentação), ficando com extremidades livres formando os basidiósporos, estrutura que aloja os esporos (exemplo: cogumelos).

Deuteromycetes (deuteromicetes) → ou fungos imperfeitos, com estrutura reprodutora pouco detalhada e conhecida, sendo a grande maioria parasita causadores de doenças.

-reino animal ou metazoa



Os metazoários ou animais formam um grupo morfologicamente heterogêneo. A diversidade estrutural do Reino Metazoa pode ser examinada quando observamos as esponjas (Porifera), os corais (Cnidaria), os caranguejos, aranhas e insetos (Arthropoda), as estrelas do mar (Echinodermata), os peixes e mesmo o homem (Chordata).
É bem aceita a hipótese de que Metazoa é um grupo monofilético. Vários caracteres são propostos como sendo sinapomórficos para todos eles: a organização multicelular, com cada uma de suas células desempenhando funções distintas, a presença de colágeno, uma proteína fibrosa, a presença de espermatozóides uniflagelados (sinapomorfias 1). Com base em espécimes fósseis, avalia-se que a origem dos animais tenha ocorrido há 565 milhões de anos, durante o período Vendiano da era Neoproterozoica (Pré-Cambriano). Estudos moleculares, no entanto, têm levado pesquisadores a propor uma origem bem mais precoce para os metazoários, há 900 milhões de anos. Independente da controvérsia sobre a data de origem, o grupo-irmão dos animais parece ser Choanoflagellata, um táxon de organismos unicelulares monoflagelados. Alguns representantes desse táxon podem formar colônias. Supõe-se que os metazoários teriam surgido de uma colônia cujos integrantes tenham se diferenciado entre células somáticas (isto é corporais, não reprodutivas) e células reprodutivas. Essa diferenciação teria permitido uma maior capacidade para realizar funções como percepção, alimentação ou defesa sem se ocupar com a reprodução.
Os primeiros metazoários provavelmente eram holopelágicos, ou seja, inteiramente livre-natantes, sendo conservada esta característica em muitos grupos na base de sua filogenia. O primeiro estágio na evolução dos metazoários é observado nos Porifera, grupo que, embora possua vários tipos de células especializadas para diferentes funções, não apresenta tecidos Os Porifera são assimétricos ou possuem simetria radial. Os tecidos nos metazoários somente apareceriam mais tarde e são observados em todos os grupos de Metazoa, exceto Porifera (sinapomorfia 2). Em Cnidaria, grupo basal na filogenia dos Metazoa, as células estão organizadas em tecidos originários dos dois folhetos germinativos do embrião (ectoderma e endoderma), que é diploblástico, mas os tecidos não formam órgãos. O ectoderma e o endoderma dos Cnidaria estão separados por uma mesogléia inicialmente acelular que, secundariamente, pode ser colonizada por células do ectoderma. Os Cnidaria possuem simetria radial e carecem de um sistema nervoso centralizado. Um passo significativo na evolução dos metazoários parece ter sido o surgimento de um outro folheto germinativo intermediário, o mesoderma, que aparece nos grupos a partir de Ctenophora (sinapomorfia 3). Os Ctenophora são organismos triploblásticos (isto é, apresentam os três folhetos germinativos no desenvolvimento embrionário) cujos tecidos não formam órgãos. Possuem simetria birradial (sinapomorfia 4) e carecem de um sistema nervoso centralizado. O outro grupo de organismos triploblásticos é muito mais diversificado morfologicamente e agrupa a maioria dos filos de metazoários. Nestes, os tecidos são agrupados em órgãos que freqüentemente formam sistemas. Apresentam, além disso, simetria bilateral ao menos em uma das fases da vida (sinapomorfia 5). Muitos desses grupos não são mais apenas pelágicos, e sim pelágico-bênticos, ou seja, vivem na coluna d’água e em contato com o substrato.
Os animais bilaterais, diferentemente daqueles com simetria radial, apresentam um sentido preferencial de locomoção e possuem, assim, uma região anterior e outra posterior. Essa característica é acompanhada pela tendência à encefalização, isto é, à concentração, na extremidade anterior, dos orgãos sensoriais e de grande quantidade de tecido nervoso responsável pela elaboração dos estímulos deles provenientes. A encefalização apresenta vários estágios de desenvolvimento a depender do grupo analisado. A evolução dos animais bilaterais tomou dois caminhos distintos. Em um dos grupos, os protostômios (proto = primeiro; stoma = boca), o blastóporo do embrião persiste para originar a boca do animal adulto ou divide-se para dar origem a boca e ânus (sinapomorfia 6). No outro grupo, os deuterostômios (deutero = secundário; stoma = boca), o blastóporo origina somente o ânus do adulto e, portanto, a boca forma-se independente do blastóporo (sinapomorfia 7).
Todos os protostômios compartilham a presença de um cordão nervoso ventral. Esse táxon contém um dos grupos de maior diversidade de espécies, os Arthropoda. Os deuterostômios, pelo contrário possuem, um sistema nervoso dorsal que, nos vertebrados, apresenta o maior grau de encefalização. Este é o grupo que inclui o homem. Alguns Arthropoda e poucos Mollusca libertaram-se do meio aquático e conseguiram conquistar o ambiente terrestre, enquanto alguns grupos de Chordata também alcançaram a terra libertando-se da água. Estes últimos incluem parte dos Vertebrata, grupo muito familiar para todos nós porque inclui os mamíferos, as aves e os extintos dinossauros, entre outros.
A proposição de uma filogenia que inclua os filos de metazoários ainda representa um campo de intenso debate, e não apenas quanto às relações de parentesco entre os filos menos representativos. Mesmo o esquema aqui apresentado em poucas linhas representa uma simplificação didática do estado do conhecimento e eclipsa as divergências entre os especialistas na área. A própria divisão dos metazoários bilaterais nos grupos-irmãos protostomados e deuterostomados, por exemplo, é criticada por alguns outros.
A busca da compreensão dos padrões evolutivos dos animais e dos principais passos na história de sua diversificação certamente ainda irá fascinar gerações de zoológos e continuará representando um dos modos pelos quais o homem procura compreender sua posição no universo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

-De Organismo a biosfera
 
Existem vários níveis hierárquicos de organização entre os seres vivos, começando pelos átomos e terminando na biosfera. Cada um desses níveis é motivo de estudo para os biólogos.
Átomos e moléculas
Os átomos forma toda a matéria que existe. Eles se unem por meio de ligações químicas para formar as moléculas, desde moléculas simples como a água (H2O), até moléculas complexas como proteínas, que possuem de centenas a milhares de átomos. Como já vimos, a matéria viva é formada principalmente pela união dos átomos (C) Carbono, (H) Hidrogênio, (O) Oxigênio e (N) Nitrogênio.
Organelas e Células
As organelas são estruturas presentes no interior das células, que desempenham funções específicas. São formadas a partir da união de várias moléculas. A célula é a unidade básica da vida, sendo imprescindível para a existência dela. Existem vários tipos de células, cada uma com sua função específica.
Tecidos
Os tecidos são formados pela união de células especializadas. Os tecidos estão presentes apenas em alguns organismos multicelulares como as plantas e animais. Um exemplo de tecido é o muscular tem a função de produzir os movimentos musculares, o tecido ósseo, formado pelas células ósseas tem a função de sustentar o organismo.
Órgãos
Os tecidos se organizam e se unem, formando os órgãos. Eles são formados de vários tipos de tecidos, por exemplo. O coração é formado por tecido muscular, sanguíneo e tecido nervoso. Os ossos são formados por tecido ósseo, sanguíneo e nervoso.
Sistemas
Os sistemas são formados pela união de vários órgãos, que se trabalham em conjunto para exercer uma determinada função corporal, por exemplo, o sistema digestório, que é formado por vários órgãos, como boca, estômago, intestino, glândulas, etc.
Organismo
A união de todos os sistemas forma o organismo, que pode ser uma pessoa, uma planta, um peixe, um cachorro, um pássaro, um verme, etc.
População
Dificilmente um organismo vive isolado, ele interage com outros organismos da mesma espécie e de outras espécies, e também com o meio ambiente. O conjunto de organismos da uma mesma espécie, interagindo entre si e que habitam uma determinada região, em uma determinada época, chama-se população.
Comunidade
O conjunto de indivíduos de diferentes espécies interagindo entre si numa determinada região geográfica, ou seja, conjunto de diferentes populações vivendo juntas e interagindo é chamado de comunidade. O “Cerradinho”, uma reserva ecológica dentro da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é uma comunidade que abriga diferentes populações de plantas e animais nativos da região.
Ecossistema
O ecossistema é o conjunto dos seres vivos da comunidade, com os fatores não vivos, como temperatura, luminosidade, umidade e componentes químicos. Esses fatores não vivos são chamados de fatores abióticos. Os seres vivos são chamados de fatores bióticos. A interação entre os seres bióticos e os abióticos recebe o nome de ecossistema. Por exemplo, uma população de jacarés que está tomando sol em cima de uma pedra, nas margens de um rio.
Biosfera
A biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas do planeta Terra. A biosfera é a mais alta de todas as hierarquias.
Leia também:
  • Espectro Biológico

-De celula a organismo


Molécula _ célula _ tecido _ órgão _ sistema _organismo _  população _ Comunidade _ ecosistema _
 Ecosistema: comunidade + fatores abióticos _ organismos + luz + água + solo e outros fatores abióticos.
 População: conjunto de indivíduos da mesma espécie que vive em um mesmo local.
 Comunidade: conjunto de populações de espécies distintas e que vivem em um mesmo local.
 Biosfera: conjunto dos ecosistemas da Terra.
 Fatores abióticos, podem ser físicos, químicos ou geológicos: água, solo, ar, luz, calor, substancias químicas, entre outros;
 Fatores bióticos é o conjunto dos seres vivos.
 Todos os seres vivos possuem algumas características em comum, entre elas, o ciclo vital, organização celular, crescimento, metabolismo, movimento, reprodução, evolução e composição química da célula.

-Os niveis de organização e os ramos da Biologia que estudam


Sendo, portanto, uma ciência muito ampla e detalhada, não se atendo somente ao funcionamento vital, mas também às relações de comportamentos e hábitos particulares ou em conjunto dos indivíduos, seja em qualquer nível de complexidade orgânica: vírus, bactérias, protozoários, fungos, vegetais e animais, integrantes ativos e passivos do meio físico-químico inorgânico (litosfera, hidrosfera e atmosfera), cada um sujeito à seleção e adaptação de seu tempo histórico.
Essa ciência, oficialmente reconhecida por volta de 1800, utiliza desde então o método científico para analisar, confirmar ou refutar uma afirmação ou explicação, por meio de observações ou experimentos testados empiricamente.
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO EM BIOLOGIA
Molécula – Organela – Célula – Tecido – órgão – Sistema – Organismo – População – Comunidade – Ecossistema – Biosfera
PRINCIPAIS SUBDIVISÕES DA BIOLOGIA
Anatomia: Compreende o estudo da estrutura morfológica desde a célula até um sistema;
Citologia: Estuda a célula em todos os seus aspectos (forma, tamanho, funcionamento, composição e função);
Ecologia: Observa as relações dos seres vivos entre si e inseridos no meio ambiente;
Embriologia: Examina a formação e o desenvolvimento dos organismos;
Evolução: Analisa os supostos eventos desde a formação do planeta e mecanismos pelos quais passaram e ainda passam os organismos, a partir da gênese do primeiro ser vivo;
Paleontologia: Reconstrói a história do planeta com base em registros fossilíferos;
Fisiologia: Estuda o funcionamento de uma unidade anatômica celular e sua união compondo os tecidos e órgãos, totalizando a integralidade dos sistemas corporais;
Genética: Pesquisa a fascinante natureza química do material hereditário e sua transferência ao longo das gerações;
Histologia: Analisa a especificidade dos tecidos orgânicos;
Virologia: Estuda os vírus;
Micologia: Estuda os fungos;
Protistologia: Estuda os protozoários;
Botânica: Estuda os vegetais;
Zoologia: Estuda os animais;
Taxonomia e a Sistemática: Analisam as características filogenéticas entre as espécies, classificando-as conforme o grau de semelhança.